quarta-feira, 23 de maio de 2018

Vem aí 2º Enduro do Cabugi - Circuito Potiguar de Enduro FIM - Etapa Lajes


o II Enduro do Cabugi promete ser ainda melhor que a 1ª edição, com novas trilhas e especiais bem diversificadas a 2ª Etapa do Campeonato Estadual de Enduro FIM vai esquentar o Campeonato, a partir de agora é uma prova por mês, com o recurso do descarte da pior etapa todos ainda tem chances de ser Campeão Estadual de Enduro FIM 2018, o Campeonato 2018 começou em Tibau e após a etapa de Lajes segue para Passa e Fica, Assú, Mossoró e Currais Novos.

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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Pesquisadores Catalogam 9 Faces da Caatinga

A Caatinga é um dos grandes domínios vegetacionais do Brasil, e inclui uma variedade de tipos de vegetação, paisagens e espécies da biodiversidade brasileira (fonte: Augusto C. Silva foto F, todas as demais: https://commons.wikimedia.org).

Os números entre colchetes [ ] ao longo do texto são citações bibliográficas presentes na lista de Referências no final desta postagem.

Se você quiser citar este texto, cite assim:
Souza, A.F. e Silva, A.C. 2018. Pesquisadores descobrem nove faces da Caatinga. Disponível em https://www.esferacientifica.com.br, acessado em / /

A Caatinga é o nome genérico da vegetação que cobre a vasta região semiárida localizada no nordeste do Brasil e uma parte do norte de Minas Gerais. Incluindo belíssimas paisagens com vales, chapadas e veredas, a região recebe menos de 1000 mm de chuvas anuais que são, ainda por cima, bastante irregulares.

Um dos domínios vegetacionais menos estudados do Brasil, a Caatinga é na verdade um complexo de vegetações diferentes, com variadas formas de conviver com a falta de água periódica. Ela inclui florestas altas que perdem apenas parte das folhas por alguns meses, arbustais espinhosos capazes de ficar totalmente sem folhas por longos meses, e áreas abertas e pedregosas repletas de plantas suculentas como os cactos, entre muitas outras fisionomias.

Em um artigo científico recém-publicado na revista científica Plos One [1], pesquisadores da área de Ecologia da UFRN em Natal reuniram informações sobre a distribuição de espécies de plantas coletadas em mais de 250 localidades diferentes da Caatinga ao longo dos últimos 50 anos. Eles usaram técnicas estatísticas avançadas para projetar a composição florística destes pontos em toda a superfície da região. Depois buscaram formas naturais de dividir esta projeção com base na ocorrência das espécies.

O resultado (leia o artigo na íntegra clicando aqui), mostrou a existência de 9 grupos florísticos diferenciados de Caatinga. Os grupos encontrados compartilham espécies mas contém muitas espécies exclusivas e portanto formam núcleos particulares da biodiversidade brasileira.
Ao contrário do que se pensava, estes grupos não tiveram relação com variações no tipo de solo nem com as atividades humanas. Eles foram determinados pelo grau de aridez do clima de cada sub-região estudada. Este resultado é um pouco surpreendente e mostra que os efeitos já conhecidos do solo e das ações humanas acontecem em uma escala mais local, enquanto que as variações climáticas entre uma região e outra determinam a existência de grandes grupos de espécies.

Com este resultado, o trabalho mostrou a importância de se conhecer a vegetação brasileira para além da sua fisionomia, que é importante mas que não retrata de forma completa todos os padrões da biodiversidade vegetal no País. O mapa gerado pode ser importante também no planejamento da conservação da rica flora da Caatinga, já que a necessidade de proteção é diferenciada para cada uma das divisões identificadas.

Referências
[1] Silva, Augusto C, and Alexandre F Souza. 2018. “Aridity Drives Plant Biogeographical Sub Regions in the Caatinga, the Largest Tropical Dry Forest and Woodland Block in South America.” PLOS ONE 13 (4): e0196130. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0196130.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Barragem em Pedra Preta RN

Resultado das boas chuvas do inverno de 2018, barragem em Pedra Preta já teve sangria e continua com boa lâmina d'água.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Escola Estadual Pedro II Está Realizando o Projeto Educação com Movimento

A Escola Estadual Pedo II, está realizando esta semana,  projeto Educação e Movimento / A Importância da Educação Física nas Escolas Públicas; realizado pela professora de Educação Física, Ceiça Varela e, executado com os alunos da referida escola. O projeto estimula na prática de exercícios físicos, o desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo, por meio de aquecimentos, alongamentos e circuitos.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

3 de Maio - Romaria da Capela da Divina Santa Cruz

Nesse dia 3 de Maio, aconteceu mais uma Romaria da capela da Divina Santa Cruz, na Serra do Feiticeiro. Centenas de populares entre fieis e aventureiros compareceram durante a madrugada, manhã e tarde. 

História - Em 1903, um garoto por nome de José, filho de Alexandrino, portanto José de Alexandrino, teria se perdido na Serra do Feiticeiro ao subir acompanhando um rebanho de bodes. O garoto teria sido encontrado 3 dias depois, no dia 3 de maio, já sem vida, sobre uma pedra apelidada anos depois de "Pedra do Anjo". Anos mais tarde, familiares e populares construíram uma capela e deram-lhe o nome de Capela da Divina Santa Cruz. Todo dia 3 de maio populares sobem até à Capela para fazer preces, orações, agradecimentos, ou mesmo se aventurar.

Tradição - Até a década de 90 e nos primeiros anos dos anos 2000, a Romaria da Serra do Feiticeiro era feita a pé. Populares saiam durante a noite e madrugada em vários grupos, retornando pela manhã. Com o acesso mais fácil a carros e motos, essa tradição acabou. 

Outras Culturas - Dia 2, na Comunidade Boa Vista é realizado tradicional Forró, atualmente realizado por Lenilson e família no grupo, também já foi realizado por Dona Helena e dona Julieta. Há 11 anos a família Felix realiza a Cavalgada da Família Felix. Mais recentemente a Escola Estadual Pedro II realiza seu trabalho pedagógico. Há dois anos o Departamento de Cultura e o Pedro II realiza o Cine Serra. Este ano a equipe Cabugi Bike Trilha realizou o I Pedal da Serra do Feiticeiro.

Estrutura - A trilha da Capela deixa a desejar devido a dificuldade da subida e descida, tendo em vista que é frequentada por muitos idosos e crianças. Este ano moradores locais integrantes do time de futebol Divina Santa Cruz, fizeram um corrimão próximo à Capela. O Grupo Escoteiro Alzira Soriano confeccionou placas e lixeiras na trilha. A Prefeitura de Lajes deu apoio passando a máquina nas estradas de acesso, disponibilizou uma tenda com água, e garis para recolher o lixo.   
Senhor de 85 anos. Muitos idosos sobem até à Capela da Divina Santa Cruz
Além da tenda, alguns populares levam produtos para vender: boné, comida e água.
 
O Grupo Escoteiro Alzira Soriano promoveu placas e lixeiras na trilha

Cabugi Baki Trilha - Pedal da Serra do Feiticeiro - 03 de Maio de 2018

Na manhã do dia 3 de Maio, a equipe Cabugi Bike Trilha realizou o I Pedal da Capela da Divina Santa Cruz na Serra do Feiticeiro, Lajes RN. Respeitando as crenças religiosas distintas de todos, cada um estava no pedal por um motivo: fé ou aventura, esporte, curiosidade... mas todos pelo amor ao pedal.  Foram 30 km saindo pelo Cruzeiro, Morada Nova, Mulungu, Conceição, Itapetinga, Serra do Feiticeiro, (alguns form até a Capela e Pedra do Anjo), Boa Vista, voltando à Lajes pelo Posto Odon.
Acima: "Umburana das Pedras"; Abaixo: Capela da Divina Santa Cruz
Encontro com a Cavalgada da Família Felix

quinta-feira, 3 de maio de 2018

XI Cavalgada da Família Felix / Capela da Divina Santa Cruz / Serra do Feiticeiro, Lajes RN

Nesse feriado de 3 de Maio de 2018, a família Felix realizou a XI edição da Cavalgada rumo à Capela da Divina Santa Cruz, na Serra do Feiticeiro. Este ano, apesar do dia ter caído na semana, a cavalgada teve mais vaqueiros e cavalos que em 2017. Cruzei com o cortejo na comunidade Boa Vista.